sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

Meu Aniversário este Ano



Meu Aniversário este Ano

Por todo canto não se fala de outra coisa a não ser dos preparativos para o grande dia.

Como você sabe, está chegando novamente a data de meu aniversário.
Todos os anos fazem festa em minha honra e creio que este ano acontecerá a mesma coisa.
Nesses dias as pessoas fazem muitas compras.
O rádio e a TV fazem centenas de anúncios.
Por todo canto não se fala de outra coisa a não ser dos preparativos para o grande dia.
É bom saber que ao menos um dia por ano algumas pessoas pensam um pouco em mim.
Como você sabe, há muitos anos começaram a festejar meu aniversário.
No começo, pareciam compreender e agradecer o que fiz por eles, mas HOJE em dia, ninguém sabe por que razão o celebram.
As pessoas se reúnem e se divertem muito, mas não sabem do que se trata…
Estou me lembrando do ano passado: ao chegar o dia do meu aniversário, fizeram uma grande festa em minha honra. 
Havia coisas deliciosas na mesa, tudo estava decorado e havia muitos presentes… mas sabe de uma coisa?
Não me convidaram!
 Eu era o convidado de honra e ninguém se lembrou de me convidar! A festa era para mim e quando chegou o grande dia, fecharam a porta na minha cara.
 Bem que eu queria partilhar a mesa com eles…
 verdade não me surpreendeu porque, nos últimos anos, muitos me fecham a porta.
Como não me convidaram, ocorreu-me entrar sem fazer ruído.
Entrei e fiquei num cantinho.
 Estavam todos brindando,  alguns já estavam embriagados, contando piadas, rindo, divertindo-se.
Aí chegou um VELHO GORDO, VESTIDO DE VERMELHO, COM BARBA BRANCA E GRITANDO: HO! HO! HO!. Parecia ter bebido demais…
Deixou-se cair pesadamente numa cadeira e todos correram para ele dizendo: Papai Noel! Papai Noel! – como se a festa fosse para ele!
Quando chegou meia-noite, todos começaram a abraçar-se.
Eu estendi meus braços esperando que alguém me abraçasse…
Quer saber? Ninguém me abraçou.
De repente, todos começaram a entregar presentes.
Um a um, os pacotes foram sendo abertos.
Cheguei perto para ver se, por acaso, havia algum para mim – nada!
O que você sentiria se no dia de seu aniversário todos se presenteassem e não dessem nenhum presente para você?
Compreendi, então, que estava sobrando na festa…
Saí sem fazer barulho, fechei a porta, fui embora…
Cada ano que passa é pior: as pessoas só se lembram da ceia, dos presentes, das festas…
De mim ninguém se lembra.
Gostaria que, neste Natal, você me permitisse entrar na sua vida, reconhecendo que há mais de dois mil anos vim ao mundo para lhe dar minha vida na cruz e, assim, poder salvar você…
Hoje só quero que  acredites  nisso com todo seu coração…
Vou dizer-lhe uma coisa.
Já que muitos não me convidam para a festa que fazem, vou fazer minha própria festa – uma festa grandiosa como ninguém jamais fez, uma festa espetacular.
Estou nos últimos preparativos e expedindo os convites.
Este é especial para você.
Só quero que você me diga se quer vir: reservarei um lugar para você e incluirei seu nome na lista dos que confirmaram…
Os que não aceitarem, ficarão de fora.
Prepare-se porque quando tudo estiver pronto, quando menos se esperar, darei minha grande festa.

Não se esqueça de compartilhar este convite também aos seus amigos…
SOMENTE PARA OS AMIGOS ESPECIAIS
Assim como você é especial para mim, com certeza, há vários amigos que são especiais pra você.
Desta maneira, vamos fazer uma festa com os “especiais”, afinal, “muitos serão os convidados mas poucos serão os escolhidos”, sabe por que? Porque poucos aceitarão o  CONVITE! 
                                                                                  Autor Desconhecido.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

O Único Nome





O Único Nome



“E em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.” 
(Atos 4.12)


Neste versículo há uma frase que faz referência ao poder de salvação que só Jesus possui. Pedro fez esta declaração quando ele e João estavam diante do Sinédrio. Os apóstolos de Cristo tinham convicção de que as maiores bênçãos que as pessoas podem receber é o perdão de seus pecados e a garantia de entrada no céu.
O pecado afastou o homem de Deus, tornando-o totalmente depravado. Por esse motivo, Deus enviou o Seu Único Filho para morrer por causa das transgressões de toda humanidade.
Com esse gesto, Jesus venceu o poder do pecado na cruz, sofrendo a condenação por todos nós. Esta graça que ele conquistou torna-se efetiva na vida de todo aquele que O recebe como Senhor e Salvador.
Jesus, o autor da vida, é o salvador dos homens. Ele morreu a nossa morte para que possamos viver a Sua vida. Pedro não tinha dúvidas em quem ele confiava. Nós também podemos confiar no Nome que está acima de todos os nomes. Podemos confiar no nome de Jesus.
A salvação em Cristo é a maior dádiva que o Senhor pode proporcionar à humanidade. Melhor que dinheiro, fama, casamento ou qualquer outra coisa que os homens possam desejar. Diante da perseguição, Pedro manteve os olhos na salvação em cristo Jesus.
Você pode encontrar em outros nomes algum tipo de sabedoria, alguma expressão de fé ou de grandeza. Mas salvação, somente no nome de Jesus Cristo.
Pedro e João foram presos, porém a mensagem deles resultou na libertação dos corações acorrentados pelo pecado. Na primeira pregação de Pedro, quase cinco mil pessoas se converteram ao Evangelho.
A bênção da salvação não pode ser concedida por nenhum outro, senão por Jesus Cristo. Por isso, o apóstolo Pedro deixa claro que só existe um nome capaz de nos salvar, o nome de Jesus. Somente aquele que venceu a morte pode nos dar a vida.

Ore ao Senhor pedindo-lhe que o revista dessa mesma sabedoria e autoridade. Diga ao mundo que em nenhum outro há salvação se não em Jesus Cristo, filho do Deus vivo. Ensine que Jesus é o caminho, a verdade e a vida, e que ninguém vai ao Pai senão por Ele. ( João 14.6 )

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Os Simples Recebem Sabedoria







Os Simples Recebem Sabedoria



Muitas vezes lemos a Palavra de Deus do mesmo modo como lemos qualquer outra leitura, com apatia e desinteresse. Mas podemos nos beneficiar da sabedoria da Bíblia se a lermos tentando aprender e aplicar sua verdade em nossa vida.
A Bíblia não é um livro de sugestões. Suas ordens divinas possuem autoridade e são obrigatórias. E os seus mandamentos facilitam o entendimento das coisas obscuras; trazem entendimento onde há ignorância; ordem onde há confusão e luz onde há escuridão espiritual e moral.
A Escritura é tão poderosa e abrangente que pode converter e transformar a pessoa em alguém como Deus quer que ela seja. A Escritura é o fiel testemunho de Deus. Ela provê um fundamento sobre o qual podemos construir nossa vida e destino eternos. Por isto, a Bíblia é capaz de transformar o símplice em sábio.
Simplicidade não é ignorância. Simplicidade lembra-nos crianças, pois elas são abertas para aprender, também são humildes e gratas. Quando aprendemos da Bíblia, aprendemos com simplicidade, recebemos sabedoria resultando em amadurecimento. 
O que nos torna amadurecidos não é a quantidade de informações que acumulamos. Pessoas com muito conhecimento, muita instrução e baixa moralidade constituem perigo para si e para a sociedade. 

A Bíblia nos conta sobre a torre de Babel, um exemplo de conhecimento ou tecnologia sem sabedoria. Após o dilúvio as gerações que sucederam Noé, ao invés de terem aprendido as vantagens de manter comunhão com o Deus Todo-poderoso, escolheram construir uma torre muito alta que, no seu entendimento, não seria atingida com o dilúvio. Ao se recusaram a aprender a linguagem do Senhor, foram entregues à confusão da variedade de línguas dadas aos humanos. (Gênesis 11.1-9)

O salmista nos revela o segredo da sabedoria, da informação com qualidade espiritual: "A lei do Senhor é perfeita e nos dá novas forças. Os seus conselhos merecem confiança e dão sabedoria às pessoas simples". (Salmo 19:7). 


Oração: Senhor amado, nós Te agradecemos pela Tua palavra que nos guia a uma vida plena. Ajuda-nos a parar para aprender os Teus caminhos. Faz com que nosso coração deseje a Tua palavra, para que possamos viver em obediência a Ti. Ajuda-nos a sermos simples para receber a sabedoria divina. Em nome de Jesus.

domingo, 20 de outubro de 2013

Fé Simples num Deus Poderoso



Fé simples num Deus poderoso
(Da Introdução do livro “Vencer Gigantes" de Hugo Pinto) 

Um dos detalhes impressionantes na vitória de David sobre o gigante Golias foi o fato de o ter vencido com uma funda e uma pedra. Fez girar a sua funda com uma pedra e lançou-a contra o gigante. A pedra acertou-lhe na cabeça e fê-lo cair derrotado no chão.

Porque é que David o enfrentou desta maneira?

O exército de Israel e o seu Rei Saul bem tentaram dar-lhe uma armadura e as melhores armas para enfrentar o gigante. Ainda que ninguém acreditava que pudesse vencê-lo. Mas logo Davi entendeu que não podia derrotar Golias com aquelas armas.

Por várias razões. Primeiro, porque não era genuíno. Ele não era soldado; era um pastor. David entendeu que não poderia vencer tentando ser o que não era. Tantos ainda não perceberam isso. Procuram ser ou aparentar o que não são para ver se de alguma forma podem alcançar os seus sonhos ou vencer os seus dilemas. Impossível! Isso poderá trazer alguns benefícios temporários, mas nunca uma vitória duradoura.

Segundo, porque ele não estava habituado a usar a armadura e as armas de um guerreiro. Ele não tinha os músculos treinados e desenvolvidos para aguentar com aquele peso. Nem tinha a agilidade necessária para usar as armas. Seria um completo ridículo! David teve presente que para vencer o gigante precisava usar algo que lhe fosse familiar, algo que ele usasse bem. Por isso escolheu uma funda. Algo que usava constantemente como pastor para juntar o rebanho e para afastar predadores como ursos e lobos. Que lição tão grande para nós! Não vencemos a satisfazer as expectativas, seja de quem for. Não vencemos a cumprir o estereótipo de uma maioria. Não vencemos ao tentar fazer numa vez, o que não estamos habituados. Ninguém vence a tentar fazer como os outros fazem. Precisamos fazer algo que tem a ver connosco, com a nossa maneira de ser, com os nossos dons. Por outro lado, a vitória não é um ato isolado. Na realidade, seja num campo de batalha, ou num campo de desportos, os vencedores são apenas reconhecidos lá. A vitória é o resultado de um esforço continuado e perseverante antes do dia da luta. Quem não se prepara (pré-para), pára depois. Quem não pára para se preparar, pára quando devia avançar.


Em terceiro lugar e o mais importante, David compreendeu que a vitória não vem das armas, vem de Deus. Vencer aquele gigante não dependia de armas sofisticadas e poderosas, mas de uma fé simples num Deus poderoso. E foi isso que ele fez. Ele venceu, não porque usou a espada ou o escudo, nem mesmo porque usou a funda e as pedras. David venceu porque confiou em Deus, dependeu de Deus e aliou-se a Deus. Foi por isso que ele disse “venho a Ti em nome do Senhor dos Exércitos a quem tens afrontado...” (1 Samuel 17:45). E isso fez toda a diferença: tornou o mais fraco no mais forte, o mais pequeno no mais poderoso, o mais inexperiente no vitorioso. O improvável aconteceu e o impossível ocorreu – David venceu!

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Os Dois Pedidos






Os Dois Pedidos



O menino dessa história ainda não tinha dez anos, mas como a maioria das crianças, era curioso, e queria saber tudo. Ele brincava, como normalmente fazia, depois de voltar da escola, quando, de repente, foi até a cozinha onde a mãe estava. E, foi logo perguntando: 
- Mamãe, o que você e o papai querem que eu seja quando crescer?
A mãe deixou o que estava fazendo de lado, se abaixou para ficar mais perto de Vítor, ficou alguns segundos parada olhando nos olhos dele, e, então, respondeu fazendo outra pergunta:
- Por que quer saber disso agora, meu amor?
Sem ter consciência da real importância de sua pergunta, o menino deu um suspiro e falou:
- Ah, mamãe, hoje, na escola meu amigo me disse que ele vai ser médico porque seu avô é médico e seu pai também. Então, fiquei pensando nisso. O que você e o papai querem que eu seja quando eu ficar grande?
A mãe, com um misto de surpresa e orgulho do filho, o abraçou e disse:
- Meu filho querido, eu tenho apenas dois pedidos para fazer a você. Quero que você seja correto e que seja feliz. 
O menino ficou insatisfeito com a resposta da mãe, e pensando que ela não tinha entendido o que havia perguntado, foi atrás dela e disse:
- Não, mamãe! Você não me entendeu. Eu quero saber o que você e o papai querem que eu seja quando eu crescer? 
A mãe, então, percebendo que o filho queria mais explicações, começou a falar:
- A escolha da sua profissão, meu filho, cabe apenas a você. Isso não compete nem a mim e nem ao seu pai, e muito menos nos causa maiores preocupações. O que queremos de você é outra coisa. Como eu disse antes, tenho apenas dois pedidos a fazer para você. Vou repeti-los e explicá-los.
- Quero que você seja correto. Isso significa que espero que você escolha o caminho do bem sempre, mesmo que ele seja mais longo ou mais difícil. Quero que pense nas conseqüências dos seus atos, para você e também para os outros. Quero que não tenha medo da verdade, nem da justiça. Ao contrário, que as busque sempre com serenidade e persistência.
Vítor estava atento às palavras da mãe. 
E, ela continuou:
- O segundo pedido, que é tão importante quanto o primeiro, é que você seja feliz. Isso quer dizer que espero que, apesar das dificuldades da vida, você tenha sempre confiança em Deus. Que acredite na justiça divina e que jamais se entregue ao sofrimento. Que você tenha o coração cheio de amor e de coragem para seguir em frente, sempre.
Os olhos do menino estavam brilhando, e desta vez, ele tinha entendido o que sua mãe queria dizer. Ao perceber isso, a mãe acariciou o menino, afagando-lhe os cabelos com doçura e concluiu:
– Para mim, meu filho, o que interessa é como você vai ser e não o título que vai carregar. (AD)

Se queremos a felicidade de nossos filhos, devemos fazer a nossa parte; ou seja, orientá-los no caminho da integridade.

"Ensina à criança o caminho que ela deve seguir; mesmo quando envelhecer, dele não se há de afastar." (Provérbios 22:6)
    

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

O Reino do Tudo ao Contrário





O Reino do Tudo ao Contrário   



          
"Era uma vez um rei que reuniu todos os seus sábios, a fim de discutir com eles a organização do reino que estava para crescer muito. Queria escrever uma constituição que regesse todos os cidadãos e fosse a Lei Magna. Queria igualmente códigos para o comércio, o trânsito e as construções. Pensou que seria importante que se estabelecesse uma lei para agricultura, outra para os preços, os negócios, para controlar a moeda, o dinheiro e os impostos. O rei desejava que seu reino fosse o mais organizado e assim não houvesse nenhum problema. Para tanto enviou seus sábios a correrem todos os reinos da terra para verificarem a organização dos outros países. A comitiva era enorme e cada um carregava nos lombos de seus animais grande quantidade de papéis para fazerem as anotações do que vissem pelo caminho e nos reinos que visitassem.

Um dos sábios chamado Bartimeu, foi designado para o oriente. Lá chegando, encontrou um rei idoso e muito bondoso que lhe falou a respeito de um reino perfeito. Ele contou que quando era jovem, juntamente com dois outros reis, seguira uma estrela que os levara até uma manjedoura. Ali encontraram, conforme a profecia bíblica, uma criança recém nascida que trazia no seu semblante a glória de Deus.
Contou também que trinta anos se passaram, desde então, e que agora o menino havia se tornado homem e ensinava sobre o tal reino. Assim, o velho rei insistiu para que o sábio fosse para a terra de Israel e procurasse aprender de Jesus – era assim que Ele era conhecido – as tais leis do reino perfeito.
Imediatamente, o sábio partiu para Israel. Quando finalmente chegou lá, pode maravilhado claramente confirmar tudo o que ouviu a seu respeito.
Chegou o dia de voltar para o seu reino. Quando todos os sábios haviam voltado, o rei promulgou uma grande assembléia, para que fossem discutidos os relatórios que cada um deles trouxera. Um por um, começaram abrir seus livros com infindáveis anotações. Eram leis e mais leis. Cada reino visitado tinha uma infinidade de leis tão grandes que acabavam sendo usadas para regular e aplicar essas próprias leis.
Quando chegou a vez do sábio Bartimeu, sua primeira frase despertou em todos uma grande gargalhada, pois ele disse que trazia as leis de um reino perfeito e que o chamava de "reino do tudo ao contrário". "O reino do qual estou falando", disse Bartimeu na assembléia, "embora pareça estranho à primeira vista, é na verdade perfeito, sem qualquer defeito. Nos reinos que meus irmãos sábios diligentemente procuraram encontraram muitas leis, mas depararam com injustiça, pobreza, tristeza e toda a sorte de miséria. No reino do tudo ao contrário não há nada disso", disse. 
O rei muito curioso pediu que Bartimeu se explicasse sem mais delongas. E assim o sábio passou a explicar que as leis daquele reino eram diferentes das dos homens.
►Quanto à constituição, dizia: "Aquele que é o maior, que sirva ao meno";
►Quanto à lei das finanças dizia: "É dando que se recebe", e esta lei devia ser aplicada em todas as relações econômicas, inclusive na agricultura.
►Quanto ao pagamento de impostos, dizia: "Daí a César o que é de César, e daí a Deus o que é de Deus".
►Quanto a lei social: "o menor é o maior, o último é o primeiro, o fraco é que é forte, e todo aquele que se humilha a si mesmo será exaltado; não resistais ao perverso; mas, a qualquer que te ferir na face direita, volta-lhe também a outra;  e, ao que quer demandar contigo e tirar-te a túnica, deixa-lhe também a capa.  Se alguém te obrigar a andar uma milha, vai com ele duas.  Dá a quem te pede e não voltes as costas ao que deseja que lhe emprestes. Amai os vossos inimigos e orai pelos que vos perseguem".
►Finalmente com relação ao trânsito, construção e demais relações humanas, dizia: "Fazei aos homens tudo o que quereis que eles vos façam".
Todos os sábios, inclusive o próprio rei, acharam essas palavras maravilhosas, mas infelizmente não tiveram fé para pô-las em prática. Assim, de cada país copiaram e adaptaram muitas leis. Fizeram outras e até hoje estão fazendo ainda mais. Porém, o reino continua com os mesmos problemas que sempre teve, e outros se agravaram.    
Ora, é tão impossível que algum dia um reino desse mundo adote as leis do Reino de Deus, que o único lugar em que ele pode existir é dentro de cada um de nós, quando nos é revelado pelo Espírito Santo. Nesse instante assume-se uma nova cidadania e encontra-se a paz e a alegria que os homens e suas leis não tem." (AD)



O autor dessa ilustração é desconhecido, mas ele teve o entendimento de como a visão humana é contrária a visão de Deus. O homem vê e espera no mundo, porém a força que o mundo oferece é fraqueza; a abundância que parece existir no mundo não passa de escassez. As leis do mundo só trazem injustiça, pobreza, tristeza e miséria. Conseguir tudo do mundo é nada para os que não tem Jesus no coração. 
Se queremos ser fortes, devemos ser fracos. Se queremos ser os maiores, devemos ser os menores. Se queremos estar na frente, devemos nos colocar atrás. É Cristo quem nos exalta e quem nos garante a vitória e não os nossos esforços. 
É importante entender que quando afirmamos que o reino desse mundo não adotará as leis do Reino de Deus, é porque falta a direção de Deus nas decisões humanas. Por isso estar no reino de Deus é uma escolha individual através da revelação do Espírito Santo.    


A Bíblia é o  testamento, a constituição do reino cristão (2Timóteo 3.16). As leis mencionadas no reino do tudo ao contrário são encontradas nas seguintes passagens da palavra de Deus: 
Lucas 22.25-26; 6.27-38; 20.25; 9.48; 14.11 Marcos 9.35; 10.44; 2Coríntios 12.10; Mateus 7.12; Romanos 12.21. 

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Flores De Perdão


Para refletir...(01/10/13) 







 Flores De Perdão



"e, ao que quer demandar contigo e tirar-te a túnica, deixa-lhe também a capa" (Mateus 5:40).


Um dia, quando Stan Mooneyham caminhava ao longo de uma trilha na África Oriental com alguns amigos, sentiu um delicioso perfume no ar. Ele olhou para cima, nas árvores, e ao redor, nos arbustos, tentando descobrir de onde vinha aquela maravilhosa fragrância. Percebendo o esforço de Stan, seus amigos lhe disseram que olhasse para baixo, para as pequenas flores azuis ao longo do caminho. Enquanto eles esmagavam as minúsculas flores com os pés, elas lançavam seu perfume no ar. Seus amigos lhe disseram: "Nós as chamamos de flores do perdão". Elas não esperam que lhe peçamos perdão por esmagá-las. Não lançam seu perfume em pequenas doses, nem aguardam que façamos com elas um acordo recíproco. Não esperam por desculpas; elas perdoam livremente, completamente, ricamente. Que exemplo comovedor de perdão ultrajante!

E nós, estamos prontos e dispostos a perdoar? Estamos preparados para esquecer o mal que nos fazem e, em vez de revidar ou de nos vingar, entendemos que o Senhor deseja que nossas atitudes, mesmo quando somos feridos, sejam de puro amor? Estamos convictos que devemos brilhar mesmo quando as dores nos estimulem a manter a luz apagada?

O revide mais eficaz de um verdadeiro cristão está em estender a mão a quem lhe vira as costas; é sorrir com simpatia a quem lhe fecha o semblante com rancor; é ajudar a vencer a alguém que trabalhe para que só alcance derrotas.


O mundo jaz no maligno -- nós caminhamos na presença de Deus. O mundo armazena egoísmo -- nós distribuímos generosidade. O mundo prega a incredulidade -- nós cremos e compartilhamos fé.

Se uma pessoa insistir em tirar-lhe a paz, aproveite e ofereça-lhe também o seu amor, a sua esperança, a sua alegria, a sua vida abundante, uma mão para ajudá-la a chegar ao Céu.

Semeie, a cada dia, flores de perdão em seu coração. O mundo ao seu redor será muito mais bonito, mais agradável, mais perfumado.

Paulo Barbosa


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domingo, 22 de setembro de 2013

Primavera Espiritual






Primavera Espiritual




Na gênesis do mundo lemos que as estações sempre existirão:

“Enquanto a terra durar, sementeira e sega, e frio e calor, e verão e inverno, e dia e noite, não cessarão”. (Gênesis 8.22).

No mundo físico passamos por estações no decorrer do ano. A primavera é a estação das flores e sempre sucede ao inverno.

Na gênesis da igreja, encontramos:

E contudo, não se deixou a si mesmo sem testemunho, beneficiando-vos lá do céu, dando-vos chuvas e tempos frutíferos, enchendo de mantimento e de alegria os vossos corações”. (Atos 14.17).

No mundo espiritual figuradamente passamos por estações também. Devemos sempre esperar uma primavera espiritual logo depois de um difícil inverno onde podemos ver as promessas de Deus florescendo em nossas vidas.  
“Porque eis que passou o inverno, cessou a chuva e se foi; aparecem as flores na terra, chegou o tempo de cantarem as aves, e a voz da rola ouve-se em nossa terra. A figueira começou a dar seus figos, e as vides em flor exalam o seu aroma; levanta-te, querida minha, formosa minha, e vem.” (Cantares 2.11)
A primavera é a estação onde experimentamos prosperidade.
“Dias virão em que Jacó lançará raízes, florescerá e brotará Israel, e encherão de fruto o mundo.”  (Isaías 27.6) 
Na sagrada escritura nos é relatada a experiência de Israel no cativeiro babilônico e o seu regresso a Sião. Depois de mui to sofrimento encontramos no capítulo 35 do livro de Isaías uma resposta de conforto para os servos de Deus. O profeta declara que o período de escuridão e tristeza já passou. Ele vê o deserto e a estepe se revestindo de beleza. O deserto vira jardim. Além dos benefícios naturais na terra, há benção espiritual para ser desfrutada pelo povo.

‘’... E os resgatados do Senhor voltarão; e virão a Sião com júbilo, e alegria eterna haverá sobre as suas cabeças; gozo e alegria alcançarão, e deles fugirá a tristeza e o gemido.” (Isaías 35.1-10)

A promessa de benção espiritual ao povo pode ser comparada com a primavera. Quando cultivamos a presença de Deus obtemos uma esperança sem limites, sentimos em nós a primavera e o superabundante amor de Deus nos faz manifestar o nosso contentamento. A terra deserta torna-se manancial de águas vivas.

"Se alguém tem sede, venha a mim e beba.” (João 7.37)

O povo desanimado deve acordar e despertar o seu espírito para receber a experiência da presença e do poder de Deus e será renovado na sua coragem e no seu vigor. Deus trará a justiça sobre os seus opressores e também um grande livramento. Ele julgará toda injustiça feita ao seu povo e eles verão a glória do Senhor e Seu esplendor.

“Porque com alegria saireis, e em paz sereis guiados; os montes e os outeiros romperão em cântico diante de vós, e todas as árvores do campo baterão palmas.
Em lugar do espinheiro crescerá a faia, e em lugar da sarça crescerá a murta; o que será para o Senhor por nome, e por sinal eterno, que nunca se apagará.”
(Isaías 55.12-13)

Na presença de Deus recebemos ânimo e energia para vencer qualquer crise. A expressão do amor de Deus, que flui através de nós para os outros, nos possibilita viver em paz.

Ainda que a nossa vida tenha sido um deserto, ela será transformada em jardim regado. A terra deserta torna-se manancial de águas vivas permitindo que sejamos aptos para produzir fruto abundante que se transforme na glória de Deus.

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Consciência Política





Consciência Política



“Sujeitai-vos a toda instituição humana por causa do Senhor, quer seja ao rei, como soberano, quer às autoridades, como enviadas por ele, tanto para castigo dos malfeitores como para louvor dos que praticam o bem.” (I Pedro 2.13,14).


É importante observarmos esse ensinamento bíblico, porque percebemos que a Bíblia também fala sobre a política; ela não a coloca como algo demoníaco ou com o que não devemos nos envolver.
Muitos imaginam que não podem e nem devem buscar uma consciência política. Mas devemos refletir sobre a nossa posição aqui na terra e precisamos ter a consciência das coisas que acontecem aqui. 
Nosso posicionamento diante da política não deve ser desinteressado ou displicente. Precisamos estar atentos a todas as questões políticas do nosso país.
A ordem de Pedro para os cristãos é: “Sujeitai-vos a toda instituição humana por causa do Senhor”. Pedro não está dizendo que os cristãos devem se colocar acima delas como se fossem melhores ou como se soubessem mais do que elas, nem se rebelar contra as autoridades quando sentirem que elas estão tomando atitudes erradas ou difamar e criticar as instituições humanas por causa dos seus erros. 
Apesar de serem notórios entre os cidadãos do Império os excessos, as festas, as orgias e os absurdos praticados pelos imperadores de Roma, Pedro não conclamou os cristãos a se rebelar contra as instituições ou se colocar acima das mesmas para promoverem o julgamento. No entanto, ele também não disse que os cristãos devem se colocar passivamente debaixo das instituições humanas, com uma posição de ignorância. 
A Bíblia não admite uma postura de submissão sem reflexão. Há muitas pessoas que se sujeitam a alguma instituição porque lhes é mais cômodo. Eles não querem pesquisar e nem estudar os princípios que regem aquela instituição, e tendem a confundir passividade com submissão. 
Paulo não agia assim; ele era submisso às autoridades, mas não era passivo. Quando lemos acerca da sua prisão em Jerusalém, registrada em Atos 22, vemos que Paulo não era ignorante quanto às instituições humanas – ele conhecia as leis do Império em que ele vivia. Por isso, quando estava sendo amarrado para ser açoitado, Paulo disse:

"Ser-vos-á, porventura, lícito açoitar um cidadão romano, sem estar condenado?" (Atos 22.25).

Paulo fez lembrar aos seus exatores a lei que proibia que um cidadão romano fosse tratado com violência.     

Pedro chama os cristãos para se colocarem abaixo das autoridades humanas. Com toda humildade, os cristãos devem reconhecer sua posição de autoridade e ser submissos a elas. Eles não devem tê-las como inimigos; antes, devem reconhecê-las como instrumentos de Deus. Ao afirmar isso, Pedro não está dizendo que os cristãos só devem se submeter às instituições que são justas aos seus olhos; pelo contrário, também àquelas autoridades civis que são injustas, arbitrárias e até mesmo não cristãs. O próprio Pedro estava vivendo debaixo do governo do imperador Nero, um homem pagão e insano. Apesar disso, Pedro se submete a ele e conclama as pessoas a fazerem o mesmo até as últimas conseqüências, que no caso de Pedro foi a morte por crucificação depois de ter-se negado a oferecer sacrifícios a outros deuses. 
Essa sujeição deve ser total enquanto as autoridades não exijam que a pessoa cometa pecados contra Deus. Em Atos 5, por exemplo, vemos que os apóstolos se sujeitaram ao Sinédrio e por isso não se rebelaram quando foram açoitados, mas não se submeteram à ordem de não pregar o nome de Cristo. Eles reconheceram que precisavam obedecer às autoridades, mas também que a obediência a Deus é sempre prioritária.

"Porém, respondendo Pedro e os apóstolos, disseram: Mais importa obedecer a Deus do que aos homens." (Atos 5.29). 

Portanto, não importa quem é a autoridade civil sobre um determinado país; o que importa é que os cristãos devem estar em submissão a essa autoridade, dentro do limite da obediência a Deus.
Pedro também orienta os cristãos a não serem meros observadores dos acontecimentos políticos. Eles devem, sim, se submeter às instituições humanas, mas, consciente, ativa e voluntariamente. Nas eleições no Brasil, por exemplo, o voto é obrigatório para todos os brasileiros que têm mais de 18 anos e menos de 70 anos. A obrigatoriedade do voto é uma instituição humana, estabelecida para garantir a todas as pessoas o exercício dos direitos políticos. 
Mas essa mesma lei também estabelece que o voto é livre, direto e secreto – ou seja, cada cidadão tem o direito de, por si mesmo, votar consciente e voluntariamente no candidato que desejar.
É importante entendermos o significado de “instituição humana”. Esse termo não se refere apenas à figura de autoridade humana, como um juiz ou governador, mas a tudo aquilo que o homem cria com o objetivo de estabelecer a ordem dentro da sociedade. Aqui se incluem as leis, que são na verdade a autoridade natural mais elevada dentro de um estado democrático – no Brasil, a Constituição da República. São as leis que conferem autoridade aos cargos públicos; por isso, devemos entender que Deus nos chama para nos submetermos às leis brasileiras.
O cristão deve entender que a sua obediência às instituições humanas deve ser conseqüência do seu conhecimento do Senhor. O cristão que conhece o Senhor sabe que Deus é quem dirige toda a história; o mundo dos homens não é dirigido pelo acaso, por demônios ou pelo próprio homem. Ele sabe que o seu Senhor é Todo-Poderoso e por isso é Ele quem, de alguma maneira e segundo os seus propósitos eternos e providenciais, faz serem elaboradas as leis. Quanto às leis injustas e anti-cristãs, mesmo sendo uma reivindicação totalmente legítima e relevante, o cristão não deve reclamar, murmurar ou criticar as autoridades. Antes, deve colocar os seus olhos em Deus e descansar nEle, tendo a certeza que Deus não perdeu o controle da situação e que Ele certamente tem um propósito naquilo tudo. O Senhor é bondoso e não deseja o mal ao ser humano; assim, todas as suas atitudes são boas. Mesmo as instituições aparentemente más aos olhos do homem certamente vão, em algum tempo, expressar a bondade de Deus.

Essa realidade acima mencionada não é facilmente entendida pelas pessoas, mas temos como exemplo a história de José, filho de Jacó, que foi vendido como escravo ao Egito pelos próprios irmãos. Deus estava dirigindo a história, e José reconheceu isso quando afirmou:

"Deus me enviou adiante de vós, para conservar a vossa sucessão na terra e para vos preservar a vida por um grande livramento. Assim, não fostes vós que me enviastes para cá, e sim Deus” (Gn 45.7,8).


Ainda que os padrões de bondade de Deus não sejam semelhantes aos do ser humano, o cristão que conhece ao Senhor pode descansar, reconhecendo que no final de tudo a bondade do Senhor vai se manifestar com clareza. Por isso, o cristão pode se sujeitar a toda instituição humana, porque ele sabe que acima dela está o Senhor Deus e Ele é bom.